top of page

Ufologia E Espiritualidade

  • bahi1023
  • 22 de ago. de 2022
  • 18 min de leitura

Eu sempre me interessei pelos mistérios, pelos óvnis. Fui um jovem bastante perdido e não encontrava quem me fornecesse as respostas que minha alma pedia.


Em agosto e setembro de 1977, observei movimentos incomuns no céu. Nessa época, morava com minha companheira na Serra da Cantareira, no estado de São Paulo. O episódio mais impactante ocorreu ao final da tarde. Nós tínhamos o hábito de ir a um local onde tínhamos observação privilegiada do pôr do sol. Uma saliência numa nuvem me chamou a atenção, parecia que não pertencia à nuvem, e estava estacionária. Comentei com minha companheira. Então, aquilo começou a se mover e atravessou o céu, com um rastro que parecia ser feito de nuvem. Não posso garantir que fosse nave extraterrestre, mas foi algo que mexeu comigo e que nunca esqueci.


Pouco tempo depois, vi um cartaz afixado em alguma parede (na época não havia computador), informando a respeito de Curso de Ufologia no Senac de São Paulo, capital. Inscrevi-me imediatamente. O curso aconteceu de 23 a 25/11/1977. Aconteceram palestras de Willi Wirtz (aos 77 anos), Hulvio Aleixo, Irene Granchi, entre outros. Aprendi muitíssimo e sentia em meu coração a verdade daquilo tudo. Marcou-me para sempre a eloquência daquele senhor, Wili Wirtz. Ele perguntava, de forma apaixonada, e sucessivamente: “E o que dizer?”. O que dizer do caso tal, e o que dizer desse outro caso, e o que dizer daquele outro caso? Sim, o que dizer?


Ficava algo frustrado quando tentava, com todo entusiasmo, compartilhar minhas ideias e conhecimentos com meus amigos. A maioria não se interessava pelo assunto. Um deles chegou a me perguntar qual a importância desse tema. Eu ficava perplexo e argumentava veementemente, porque para mim era, e continua sendo, tão óbvio! Receio, porém, que não convenci ninguém de nada. Esse fato só fazia aumentar em mim o sentimento de solidão. Além disso, frequentemente sentia um vazio existencial. A vida comum simplesmente não me bastava, embora eu tivesse basicamente tudo o que supostamente traz felicidade. Estou partilhando esses aspectos pessoais porque sei que muitos leitores irão se identificar comigo. Ninguém se interessa por Ufologia a troco de nada.


Em 1980, eu já residia em Salvador, Bahia, e outro cartaz chamou minha atenção. Estive presente em 30 de novembro no Museu da Ciência e Tecnologia, onde ocorreu reunião ufológica com Irene Granchi e o general Uchôa, contando ainda com o depoimento do contatado Antônio (não me lembro de seu sobrenome). Eu não fazia ideia que estava tendo o privilégio de estar na presença de alguns dos grandes nomes da Ufologia brasileira e mundial. Era meu segundo contato com Irene, que era professora de inglês de profissão. Impressionava-me seu compromisso com a verdade, seu caráter. Ela estava absolutamente convencida de que havia visto óvnis e isso mudou a vida dela, tendo-se tornado pesquisadora profunda do assunto. Porém, nove entre dez pessoas, mesmo vendo o que ela havia visto, continuariam suas vidinhas, como se nada houvesse acontecido. Afinal, até hoje, quem defende o que Irene afirmava, pode ser ridicularizado; imaginem então naquela época. Quanto ao general Uchôa, talvez tenha sido o militar de mais alta patente no mundo, até hoje, que teve a audácia de revelar publicamente suas convicções a respeito da realidade dos óvnis. Ele era, evidentemente, um iniciado.


Em 1987, eu vivia no Vale do Capão, Chapada Diamantina, Bahia, tendo sido um dos residentes pioneiros entre os não-nativos ali. Nessa época, ainda não havia luz elétrica no Capão, o que facilitava as observações do céu, à noite. Tive o privilégio de testemunhar dois eventos ufológicos: em 21/2, presenciei grande revoada com 14 movimentos no céu, era como se as estrelas não se conformassem mais em permanecer sempre na mesma posição. Havia outras testemunhas e aquilo durou cerca de uma hora e meia.


Em 12/4 vimos duas “estrelas” emparelhadas se movendo ao entardecer, só que muito mais próximas do que as estrelas costumam ficar. Aquilo não era avião ou satélite artificial, disso tenho certeza. Além disso, naquele mesmo ano, eu não estava presente, mas várias pessoas confirmaram que, em pleno carnaval, na sede do município de Palmeiras, ocorreram movimentos em zigue-zague no céu. Não havia na época, como acredito que até hoje, explicação para esses movimentos bruscos, em ângulos inverossímeis. Porém, o mais estranho para mim, é que, entre as centenas de pessoas que presenciaram o fenômeno, provavelmente a grande maioria nem deve se lembrar mais dele! Creio que as pessoas “normais” nem chegam a vislumbrar a importância capital desses fenômenos, que indicam que não estamos sós. E mesmo entre aqueles poucos que percebem a relevância, são poucos os que têm a coragem e a coerência de uma Irene Granchi.


A partir do ano de 1993, eu viajei nove vezes à Índia para estar com o grande Avatar Sathya Sai Baba. No decorrer dessas viagens, em algumas ocasiões, Sai Baba falou comigo. Duas vezes, ele me perguntou a mesma coisa: “De onde você vem?” Essa pergunta tinha um significado profundo e a resposta só me foi revelada posteriormente. Sai Baba, que deixou o plano físico em 2011, apresentava poderes extraordinários, como materializar objetos à sua vontade. Podemos nos perguntar de onde ele vinha, porque certamente não parecia ser terráqueo.


Em 1997, tive um encontro com Otaviano, em Tanquinho, na Chapada Diamantina, não longe de onde eu morava. Ele era um contatado e me informou sobre as iniciações que estava tendo. Ele se propôs a me levar até sua fazenda, onde teríamos avistamentos, mas, infelizmente, havia chovido muito e a estrada estava intransitável.


Em 2000, conheci Cristóvão Brilho, que canalizava um extraterrestre chamado Dr. Fyeer. Ele fazia trabalhos de cura, viajando pelo Brasil. Estive quatro vezes com ele, e me impressionou o forte cheiro de éter que pude sentir durante suas intervenções.


Em 2002, ouvi falar pela primeira vez de Christine Day, que canalizava e continua canalizando os Pleiadianos. Naquele mesmo ano, viajei para a Holanda e aos Estados Unidos para fazer cursos com ela. Convidei-a para vir ao Brasil e, desde então, ela tem vindo, e apresentado aqui seu trabalho fascinante, chamado Frequências de Brilho. Christine se apresenta como a embaixadora dos Pleiadianos na Terra. Eu sou seu tradutor e organizador no Brasil. Christine tem uma história incrível e é mesmo uma pessoa diferente. Canaliza com tanta facilidade e naturalidade que é desafiador perceber quando está canalizando. Ela mesma é uma Pleiadiana e tem completa dedicação ao que considera ser sua missão: divulgar os ensinamentos e técnicas que os Pleiadianos oferecem aos seres humanos, para que estes se lembrem de quem de fato são.


Frequências de Brilho é um sistema filosófico/energético/terapêutico que parte do princípio que o potencial de qualquer ser humano é imenso, porém pouco aproveitado. O objetivo do sistema é possibilitar a reconexão à essência de nosso ser e, então, é possível deixar gradualmente para trás as crenças limitantes do ego.


Frequências de Brilho nos oferece a confirmação vivencial do que afirmam os Pleiadianos: que existem outras dimensões além da terceira, e que essas dimensões superiores são mais reais que a terceira. Essa concepção revolucionária vai de encontro à noção de senso comum de que a realidade seja o que percebemos através de nossos sentidos.


Em 2006, estive com uma sensitiva nos Estados Unidos, chamada Maureen Pelton, que, entre outras coisas impressionantes, me revelou que sou de Sirius. Eu senti isso como uma verdade, e essa informação me foi confirmada por outros sensitivos desde então. Foi assim que encontrei a resposta à pergunta de Sai Baba. Constatar essa origem me ajudou a compreender toda minha dificuldade de adaptação, onde quer que eu estivesse, desde minha infância.


Durante o verão europeu de 2011, acompanhei a sensitiva e autora Patricia Cori, que canaliza os Sirianos, em viagem através dos lugares sagrados na Grã-Bretanha. O ponto alto foi conhecer os crop circles (agroglifos) pessoalmente. Num deles, senti a energia fortíssima, e tive que me deitar. Fiquei cerca de meia-hora prostrado dentro da área do agroglifo, num estado bastante alterado.

Em 2014, estive presente no segundo Fórum Mundial de Contatados, em Curitiba, com Ademar Gevaerd e muitos nomes importantes da Ufologia mundial, inclusive Walton Travis, que sofreu o caso de abdução mais bem documentado na história da Ufologia, até o momento.


Sou assinante da revista UFO há muitos anos e tenho lido diversos livros e assistido diversos DVDs sobre Ufologia e sobre os agroglifos. Creio que o livro que mais me impressionou até agora foi “Varginha, Toda Verdade Revelada”, de Marco Petit. Achei que esse livro, pela seriedade da pesquisa e pelos fatos revelados, só não convence mesmo quem prefere permanecer cego diante da realidade dos óvnis e dos ETs entre nós. Imediatamente após a leitura, encomendei vários exemplares, que distribuí entre pessoas próximas. Todas ficaram impressionadas. Realmente, as pessoas não fazem a mais remota ideia do que está se passando, hipnotizadas que estão pela vida cotidiana.


Através dessas décadas em que tenho pesquisado, encontrei muitas respostas às minhas indagações, principalmente através de Sai Baba e de Christine Day. Publiquei até o momento três livros em que partilho minhas descobertas. Gostaria de oferecer aqui um pequeno resumo dirigido especificamente ao público que se interessa pela vital questão ufológica. A maior parte do que escrevo vem dos Pleiadianos, através de Christine Day.


Nenhum ser humano é originário da Terra, todos temos origem extraterrestre, embora isso fique muito mais aflorado em algumas pessoas que na maioria. Essas pessoas que têm uma conexão mais evidente geralmente apresentam bastante dificuldade em sua socialização. Frequentemente também têm intuição mais aguçada ou mesmo clarividência. Não é possível mentir para essas pessoas, elas percebem na hora.


A Terra está passando por uma transição, deixando se ser planeta de terceira dimensão, e passando a ser planeta de quarta e quinta dimensão. Evidentemente, tudo e todos que estão no planeta estão sendo fortemente afetados. Esse processo está em curso e é irreversível.


Nem todos os seres humanos vão permanecer neste planeta. Aqueles que têm apego à violência, controle e manipulação deverão deixar a Terra e seguirão tendo suas experiências em outros locais.

Quando completar-se a transição, estaremos vivendo a tão aguardada “Era de Ouro” sobre a Terra. Continuaremos a vivenciar a experiência humana, porém com muito mais consciência de nossa origem cósmica, de nossa essência. Além disso, estaremos integrados com a comunidade universal.

Essa transição está sendo assistida por vários tipos de seres, encarnados ou não. Certamente estão entre eles grupos de energia de força vital tais como: Pleiadianos, Sirianos, Arcturianos e Lemurianos, entre outros. Esses grupos são de alta evolução espiritual e respeitam nosso livre arbítrio. Podemos contar com sua ajuda, mas, para isso, é preciso dar permissão e solicitar essa ajuda. A atual transição do planeta Terra interessa e afeta o universo todo. Na medida em que despertamos e assumimos nosso papel de direito, é como se as peças de um quebra-cabeça encaixassem. Ninguém mais poderia ocupar o espaço que é de cada um de nós. Sendo assim, a ideia de que somos insignificantes é totalmente equivocada. Somos importantes para o todo e nossa evolução está sendo pacientemente testemunhada e apoiada por vários grupos de energia de força vital.


Estão acontecendo muitíssimas coisas de enorme importância neste exato momento no planeta Terra. No entanto, a imprensa e os governos não divulgam esses fatos, ou o fazem de forma distorcida.

O drama da terceira dimensão vai aumentar. Nosso papel é não nos envolvermos com o drama, na medida do possível. Cabe-nos manter uma plataforma de equilíbrio. No entanto, sabemos que não faremos isso com perfeição, porque somos humanos. Enquanto humanos, somos perfeitamente imperfeitos. Aprendemos através de nossos erros. Portanto, ao invés de nos punirmos pelos erros, devemos os celebrar.


Agrada-me muito a postura de Gevaerd, o grande líder da Ufologia brasileira, de valorizar e pesquisar os agroglifos. Segundo Christine Day, todos os agroglifos autênticos são criados pelos Pleiadianos. Já Patricia Cori os atribui aos Sirianos. De qualquer forma, os responsáveis são grupos de força vital de elevada espiritualidade, não existindo competição entre eles, e sim, cooperação.

Não me agrada a tendência, também valorizada pela revista UFO, de considerar os aliens como nossos inimigos, que friamente nos abduzem e que pretendem dominar o planeta. Acho que nada pode estar mais longe da verdade, e notícias desse tipo só fazem gerar medo. Não estou defendendo que se omitam informações, mas tenho convicção de que os aliens, se desejassem, poderiam dominar o planeta com toda facilidade e rapidez. Não é esse seu propósito, e sim dar suporte ao nosso próximo passo evolutivo, ao nosso despertar, quando, finalmente, assumiremos nosso papel em meio à comunidade universal. Estou consciente que existem fatos aparentemente contrários a essa minha afirmação. Só posso dizer que, em nossa essência, somos deuses, sendo o resto ilusão. Isso significa que jamais poderíamos ser vítimas. O que quer que nos aconteça foi planejado e acordado por nós mesmos, no sentido de passarmos por determinadas experiências de aprendizagem. No entanto, reconheço que para minha mente racional nada disso faz sentido. Dizem que, em última análise, a única escolha que temos diante de nós é entre o amor e o medo e que, na realidade, não temos nada a temer.


Os Pleiadianos, bem como diversos mestres espirituais, deixam claro que o maior inimigo em nossa caminhada espiritual é a nossa mente do ego, que cria constante diálogo interno. Não devemos buscar sua aniquilação, e sim a colocar em seu devido lugar. A mente foi concebida para cuidar dos detalhes de nossa vida tridimensional, particularmente os inevitáveis planejamentos. No entanto, jamais foi concebida para comandar as nossas vidas. A mente não tem competência para assumir um papel de liderança, como tem ocorrido, pelo simples fato de não compreender aquilo que vai além da terceira dimensão, e nós somos seres multidimensionais. Só o nosso corpo físico e o mundo material são tridimensionais. Segundo o Mestre Sai Baba, tudo aquilo que é instável não é real. Todo o mundo material, inclusive nosso corpo físico, passa por contínuas transformações. Portanto, a realidade da terceira dimensão, que os materialistas consideram ser a única realidade, não passa de ilusão passageira! Despertaremos dela como despertamos de um sonho, ou, frequentemente, de um pesadelo. Devemos ser gratos à mente por nos ter trazido até aqui, mas não podemos mais permitir que domine nossas vidas. O dirigente de nossa vida deve ser o coração, pois este tem acesso às dimensões superiores, à essência de nosso ser e às nossas alianças galácticas.


Todos os demais seres do universo utilizam a telepatia como forma de comunicação. Sabemos que é sempre através da telepatia que os aliens se comunicam conosco. A telepatia é um potencial que todos podemos desenvolver, e é uma habilidade inata nossa, que apenas necessita ser desperta.

Embora, como foi dito, os aliens respeitem nosso livre arbítrio, isso vai até certo ponto. Não será permitida guerra nuclear que devaste o planeta. Eles já deixaram claro que podem desativar os arsenais atômicos com toda facilidade. A insanidade de um holocausto nuclear não afetaria somente nosso planeta e, felizmente, o Conselho Galáctico não irá permitir que aconteça.

Nossos irmãos das estrelas nos asseguram que tudo está perfeitamente bem aqui em nosso planeta, apesar de todas as evidências em contrário. Segundo eles, tudo está de acordo com o plano, e estamos até adiantados em relação ao esperado.


Aguardo ansiosamente a cada mês meu exemplar da revista UFO. A seção que mais me interessa é “Casuística Ufológica”. É incrível que, a cada mês, novos fatos estarrecedores ocorram em todas as partes do planeta e, mesmo assim, tudo continua como se nada houvesse acontecido. A maioria das pessoas nem fica sabendo, ou não tem o menor interesse no assunto. Vira piadinha sem graça sobre homenzinhos verdes.


Escrevi para o Thiago Ticchetti, responsável por essa seção da revista, fazendo uma sugestão. Creio que, por alguma razão, minha mensagem não o alcançou. Coloco aqui minha sugestão. Nós nunca ficamos sabendo o que aconteceu com a investigação de todos aqueles casos ali mencionados. Frequentemente, alguns dos sete ou oito casos descritos nas duas páginas da seção terminam com a frase: “o caso está sendo investigado por…” Penso que seria bem produtivo que nós, leitores da UFO, ficássemos sabendo no que deu cada investigação, ou pelo menos de algumas delas, nos números subsequentes da revista.


Em breve chegará o momento em que será quase inacreditável o fato de que, durante muitos séculos, a humanidade esteve convicta que, em meio ao universo todo, só existia vida no planeta Terra! Isso parecerá tão estranho quanto a humanidade acreditar ser a Terra plana, e constituir o centro do universo, sendo que essa era a realidade há apenas algumas centenas de anos,

Sei que existe uma tendência científica na Ufologia e respeito isso. Afinal, queremos ganhar credibilidade. Já basta tantas pessoas ridicularizarem tema tão sério, por ignorância ou má fé. Essa credibilidade só será obtida através de dados cientificamente coletados e analisados. A não ser, é claro, que tenhamos episódios ufológicos de tal envergadura que sejam impossíveis de encobrir.


Como já tivemos casos portentosos, como o de Varginha, sabemos que precisamos de algo ainda mais estrondoso. O que seria necessário para que, finalmente, todos levassem o tema a sério? Essa pergunta não é tão simples de responder. Tivemos também no Brasil o caso da “noite oficial dos discos voadores”, que foi manchete de primeira página em todos os jornais “sérios” do país. E, no entanto, após alguns dias, as notícias a respeito foram migrando para páginas menos e menos nobres, até desaparecerem por completo. E então retornou o mesmo ceticismo irônico da grande imprensa, que se pretende séria ao praticar a amnésia seletiva. Em resumo, não bastam avistamentos com inúmeras testemunhas confiáveis, registros de radar, filmes e fotos. Será necessário algo ainda mais contundente. E enquanto esse momento não chega, será preciso que a Ufologia continue praticando a cautela, utilizando o método científico vigente.


Em Frequências de Brilho fazemos o mesmo. Existe uma pesquisa em andamento que comprova que esse sistema oriundo dos Pleiadianos altera dramaticamente determinado indicador que, de acordo com a medicina alopática atual, não tem como ser alterado. Não existe a possibilidade de efeito placebo, ou seja, melhoria devido a influência psicológica. Estou falando de resultados com pacientes HIV positivos. Esse tipo de pesquisa, quando bem conduzida, é o que pode dar credibilidade a conceitos ou práticas revolucionárias, uma vez que a Ciência é, por natureza, conservadora.


No entanto, eu deixo essa tarefa para outros. Não tenho mais tempo ou paciência para essas longas e trabalhosas pesquisas que poderão vir a provar o que eu já sei! Certamente celebrarei a confirmação científica, mas sou um pouco como o grande psicólogo Carl Gustav Jung. Uma vez lhe perguntaram se acreditava em Deus, e ele respondeu que não acreditava, ele sabia. Quem passa pela experiência de quase morte (Near Death Experience, ou simplesmente NDE) não precisa ser convencido pelos trabalhos científicos de que existe vida após a morte, a pessoa simplesmente sabe disso.

A maioria das afirmações que constam neste artigo não são provenientes de pesquisa científica. Elas têm como origem o fenômeno da canalização (do inglês channeling). Posso afirmar que diversos sistemas psicoterapêuticos e/ou espirituais contemporâneos vieram à luz graças ao fenômeno da canalização. E vários desses sistemas são inovadores e bem efetivos, conduzindo a excelentes resultados.


Não tenho a intenção me desviar demais de nosso tema central – Ufologia – ao discutir a validade da canalização, ou suas semelhanças e diferenças com o fenômeno da mediunidade. Tampouco estou defendendo que todas as canalizações tenham o mesmo valor, a mesma qualidade, longe disso. Há que se manter o bom senso, mesmo quando lidamos com aquilo que transcende a lógica. Meu objetivo aqui é simplesmente defender que ouçamos mais o que dizem as canalizações provenientes de nossos irmãos das estrelas, procurando separar o joio do trigo, assim como procuramos separar os verdadeiros agroglifos dos fakes.


Necessitamos mais do que nunca de uma real transformação dos seres humanos. Há milênios não conseguimos nos entender nem conosco mesmos. As guerras têm sido e continuam sendo a triste e lamentável solução que os humanos encontram para lidarem com suas diferenças, em todos os níveis. Mais recentemente, devido ao aumento da população e ao rápido avanço tecnológico, estamos poluindo intensamente o planeta. Uma mudança de consciência é premente, ninguém poderia discordar disso.


Os encontros com naves espaciais e ETs, a nível físico ou psíquico, têm se revelado como eficiente instrumento de transformação. Não me refiro aos avistamentos de muito longe, como os que eu tive até agora. Esses podem facilmente ser ignorados ou esquecidos, ou terem a sua importância subestimada. Refiro-me a encontros próximos, como de uma pessoa que conheci, um executivo de multinacional norte-americana que, há anos atrás, presenciou junto com outras pessoas um óvni aterrissado, bastante próximo. Bem, algo assim é bem mais difícil negar! O resultado foi que esse homem era, quando o conheci, uma pessoa notável. Não apresentava as características habituais de quem ocupa cargos como o seu. Era pessoa espiritualizada, que procurava tratar bem a todos, com uma noção de justiça, e com bondade que emanava de seus olhos.


Estamos vivendo uma imensa transformação, talvez como em nenhum outro momento de nossa história e nossos amigos das estrelas estão aqui nos acompanhando e dando suporte. No entanto, muitas pessoas se horrorizam com o aspecto de alguns de nossos visitantes. Creio que é importante não valorizarmos a forma. É claro que a forma deles é um pouco ou muito diferente da nossa, mas o que importa a forma? Vamos pensar só um pouquinho sobre a variedade de formas do ser humano adulto aqui em nosso belo planeta: temos pessoas cuja estatura vai de 60 centímetros a 2,50 metros. O peso pode variar entre 12 e 590 quilos. Temos o sexo masculino e o feminino, e os transexuais. Temos jovens de 18 anos e velhos ultrapassando os 100 anos de idade. Temos vários tipos de cor de pele e de cabelo, ou às vezes não há cabelo. A pessoa pode usar barba. Orientais têm olhos puxados, diferentemente dos ocidentais. Há aqueles que têm deformidades, ou tatuagens. Imaginemos se alguém chegar de outro planeta e tiver acesso à variedade de forma dos mais de sete bilhões de humanos encarnados atualmente na Terra. Esse ser poderia facilmente chegar à conclusão que viemos de vários planetas diferentes, e talvez não estivesse tão enganado! Vale a pena mencionar aqui que existem dois tipos de Pleiadianos: o reptiliano e o humanoide. Não há diferença evolutiva entre eles.


A forma não tem importância. A princípio, uma forma muito diferente da nossa nos causa choque e até aversão. No entanto, com o convívio, geralmente nos acostumamos rapidamente e desaparece a aversão. Temos um exemplo singelo no clássico filme de Spielberg, ET, em que os heróis são basicamente crianças. A princípio elas têm medo do ET, que é tão diferente e “feio”. Porém, em pouco tempo, apaixonam-se pelo ET, que nem lhes parece mais estranho. Claro, as crianças têm muito maior facilidade de aceitação, porque ainda estão mais ligadas ao coração que à mente do ego.

Vamos pensar na estupidez que é o racismo, quando pessoas são discriminadas devido à cor de sua pele. Essa atitude deve emanar do medo que a mente do ego sente diante do que lhe parece ser diferente do conhecido. No entanto, a mente do ego, conforme dissemos, está basicamente conectada às aparências da terceira dimensão, à ilusão. Em dimensões mais elevadas, nosso coração se conecta à essência, e não à aparência, e podemos aceitar amorosamente aquilo ou aqueles que parecem ser diferentes de nós.


Quanto aos aliens, parece que não encontram dificuldade em nos aceitar como somos. As notícias que temos é que nos admiram pela nossa coragem, por tudo aquilo que passamos, e que não foi pouco!


Quanto aos cientistas, devemos estar atentos ao fato de que nem sempre conseguem ser neutros e lógicos, como alegam ser. Um exemplo simples é sua insistência em aceitar e defender explicações simplistas e inverossímeis quanto à origem de construções muito antigas, como as pirâmides. Seria mesmo lógico acreditar que escravos conseguiriam deslocar aqueles blocos pesadíssimos de pedra e os encaixar com precisão em seus lugares, contando apenas com a tecnologia rudimentar disponível na época? Isso chega a ser risível! Claro que é mais lógico acreditarmos que houve apoio de seres com tecnologia muito mais avançada. Por que essa explicação mais lógica é imediatamente desconsiderada, e tratada como fantasiosa? Isso ocorre porque os cientistas partem do pressuposto que não existe vida, ou pelo menos vida inteligente, fora do planeta Terra. Portanto, segundo eles, não haveria como termos sido visitados e ajudados por seres mais adiantados. Esperamos que, com o tempo, e devido às múltiplas evidências, os cientistas revejam seus pressupostos, e isso faz parte da evolução da Ciência.


Aparentemente, entro em contradição quando afirmo que devemos apoiar a pesquisa científica na Ufologia e, por outro lado, valorizo mais o coração, a intuição, que a mente racional. Sabemos que a Ciência despreza a intuição e valoriza a mente racional, lógica. Entretanto, os grandes cientistas, aqueles que são realmente inovadores, geralmente são intuitivos, ou até mesmo têm uma conexão com outras inteligências, inclusive extraterrestres, como se suspeita ter sido o caso de Nikola Tesla. Necessitamos de ambas as atitudes trabalhando em harmonia, em busca da verdade.


Um exemplo que já está acontecendo na prática é quando os médicos alopatas permitem que seus pacientes recebam tratamentos alternativos, que vêm se somar ao tratamento convencional. Frequentemente, o resultado é positivo. Existe neste caso uma abertura dos médicos, pois os tratamentos alternativos não têm ainda confirmação científica quanto à sua validade. Se formos trazer esse modelo para a Ufologia, poderemos avançar mais rápido. Imaginem sensitivos orientando ufólogos com relação ao melhor local ou horário para fazerem suas vigílias.


Sei que pessoas sensatas têm bastante prevenção contra materiais canalizados, sensitivos, etc. Isso ocorre porque obviamente existem charlatães e malucos nesse meio. No entanto, “não se deve jogar fora o bebê junto com a água suja da banheira”. Essa foi frase usada por Stanislav Grof, num congresso de Psicologia Transpessoal. Ele queria dizer que, mesmo havendo considerável número de bobagens nessa área mística, isso não justificaria descartar o tema como um todo. Existem também sensitivos, pesquisadores e fenômenos legítimos, que merecem receber atenção.


Estudar Ufologia somente pela perspectiva da Ciência tradicional não nos levará a compreender melhor os fenômenos envolvidos. O resultado seria composto de estatísticas, hipóteses e muitas dúvidas. A mente do ego sempre tem dúvidas. Precisamos ousar um pouco mais e nos abrirmos para a intuição, que tem certezas. Os amigos extraterrestres estão presentes entre nós. Eles estão dispostos a nos dar a mão, mas só virão em nossa direção metade da distância. Cabe a cada um de nós caminhar a outra metade da distância. E então, quem sabe o que encontraremos? Uma mão gelatinosa e fria ou um ser iluminado e caloroso? Ou, quem sabe, as duas coisas?


Nós estamos aqui para despertar, para nos iluminar e este é o momento, não mais tarde, e sim agora mesmo. Isso sempre foi assim, não existe outro momento para despertar que não seja agora, até mesmo porque só existe o eterno agora. Além disso, durante essa transição planetária, tudo conspira para o nosso despertar. Os véus estão cada vez mais tênues. Os Pleiadianos alertam para o equívoco em que muitos humanos incorreram e incorrem: quando sua alma clama pelo despertar, esforçam-se para serem perfeitos, imaginando que para despertarem, precisam ser perfeitos. Os Pleiadianos nos dizem que jamais seremos perfeitos, portanto é inútil lutar para tentar ser o que não se é. Sendo assim, o caminho mais rápido para o despertar é o da auto-aceitação. Ao nos aceitarmos como somos, com todas as nossas imperfeições, cessa a divisão interior. O despertar só é possível quando nos tornamos unos, sem divisão interior. Talvez alguém pudesse argumentar que já passou a época das chibatadas, mas interiormente continuamos nos condenando e punindo. Enquanto persistirem os sentimentos de culpa ou vergonha, enquanto não nos perdoarmos, não há como despertar, pois ainda existe divisão em nós.


Os Pleiadianos nos incentivam a termos atitude de compaixão conosco mesmos. Os verdadeiros mestres sempre preconizam o caminho do Amor e essa atitude deve ser adotada para conosco mesmos. Em consequência, e sem nenhum esforço, estaremos sentindo aceitação, compreensão, compaixão e amor pelos demais. Isso coincide com os ensinamentos de Jesus, e os Pleiadianos nos informam que, tanto Jesus como Maria foram Pleiadianos. Eles estão atualmente tão acessíveis quanto na época em que caminharam sobre a Terra. Esse fato é profundamente emocionante.


Sempre apreciei as canções de Caetano Veloso. Uma de suas mais belas composições surgiu quando ele era jovem e vivia exilado na Inglaterra. Por essa razão, essa canção é em inglês e seu título é “London, London”. Um dos versos, praticamente o refrão principal, é:

While my eyes go looking for flying saucers in the sky.


Ou seja: Enquanto meus olhos saem procurando discos voadores no céu.

Identifico-me com o poeta, também sou daqueles que, ao olhar para o céu, têm a esperança de ver uma nave. A pergunta é: por quê? Por que eu e tantos outros sonhadores, místicos e poetas buscamos no céu algo além das estrelas? Seria um escapismo, diante da dura realidade da terceira dimensão na Terra? Ou seria anseio profundo da alma de se reconectar à família de origem, com aqueles que constituem nosso povo, nossos iguais? A reconexão com nossa essência, com a abundância, criatividade, imortalidade e saúde perfeita, que são nossas por direito de nascença, é o que busca a alma! Ufologia não é algo desvinculado de espiritualidade, pelo contrário. Olhamos para o alto em busca de nossos irmãos das estrelas, que voam livremente pelos céus, pois também queremos voar.




 
 
 

1 Comment


Nossa maravilhoso esse artigo me fez lembrar de quando eu era criança entre os 12 e 15 anos que sentia um vazio existencial e achava que aqui não era meu lugar, sentia saudade de alguma coisa que eu nem mesma sabia o que era. Um dia li um livro que chama Yargo que fala dos exilados de capela e nesse momento me trouxe uma tranquilidade na alma. Talvez eu realmente não seja daqui. E me lembrei tbm de quando eu tinha uns 7/8 anos que eu adora desenhar um etezinho que eu nem sei de onde tirei. Graditão pelas suas palavras

Like
bottom of page